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quarta-feira, 25 de abril de 2012

FALAM EM LIBERAR AS DROGAS ILÍCITAS

FALAM EM LIBERAR AS DROGAS ÍLICITAS Mensalmente, dois a três jovens Envolve-se por maconha em nossa cidade Começa um calvário em seus lares Rebaixam a qualquer indignidade. São futuros cadáveres ambulantes Que aceitam convites de traficantes Em seus primeiros contatos com o vicio Meia dúzia destes; aceitam cuidados. Oceano de lagrimas de seus pais Quase nada pode fazer, Abismos se abrem! Mortos vivos, E a cada convite aceito No acender o cigarro da maconha É mais um ser humano Que perde o respeito e a vergonha. Eles mesmos se destroem e deixam Uma impotência, um vazio no elo da familiar, A quem tanto os ama... Por que esses jovens agem assim? Nem eles mesmos sabem explicar, Uns dizem que tem medo de ser careta Outros, porque mico vai pagar Mas o que estão dentro deles é a estupidez. Estupidez de querer a roupa de marca, Estupidez de querer viver a vida do outro, Estupidez da pura ingênua imitação, Estupidez de ficar por fora do sistema, Estupidez por ter medo de ser diferente Estupidez da falta mística da harmonia, Da oração, de ter amigo de verdade Não aquele que quer lhe roubar o pão, De fazer-te de di um viciado, Sai fora enquanto é tempo Se não! Nunca vai lhe sobrar tostão, E se liberarem essas drogas ilícitas Outros países que já fizeram, Não encontraram a solução.

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